Ela adorava um mistério, por isso, acabava se tornando um.
Era imprevisível, meio ativa, totalmente louca. Levava o mundo nas mãos e se perdia nos próprios pés.
Andava sempre acompanhada de borboletas, mesmo no escuro.
Aguçava beijos. Cheiros. Tato. Tédio.
Brincava. Com canetas, papéis, dois livros distintos.
Vivia.
Ou quem sabe morria, a fim de se perder.
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