Ele dizia, numa rotina tododia, que nunca iria me esquecer.
Hoje, ainda me pego enrolada para entendê-lo.
Incógnitas depois pistas depois nada.
Ele é do tipo que me marca no escuro e que deixa o vento passar por mim.
A incerteza, o sorriso, o proibido.
Ele me pede pra ficar, e eu me esforço para dizer não.
Mas acabo me rendendo, me jogando.
Faço [malabarismos para não me encantar]
Nenhum comentário:
Postar um comentário